De Frontier a bicicleta: veja a lista do leilão da Polícia Rodoviária Federal

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciará na próxima segunda-feira (23) um leilão com 282 lotes armazenados nos pátios localizados em Foz do Iguaçu e Santa Tereza do Oeste. O montante total está avaliado em R$ 886,2 mil. Os interessados devem participar de forma exclusivamente online, através do site vipleiloes.com.br, com início marcado para as 9h.

Calendário do leilão e categorias

As etapas da disputa ocorrem em três dias. Na segunda-feira (23), serão ofertados os veículos em circulação e aqueles com motor a regularizar. Na terça-feira (24), o certame segue com as sucatas aproveitáveis, que possuem motor inservível, além das sucatas inservíveis. Por fim, na quarta-feira (25), entram na disputa os veículos que possuem restrição no Renajud, abrangendo todas as classificações.

Do montante total de lotes, apenas 84 unidades reúnem condições para voltar a rodar, sendo 55 carros, 12 caminhonetes e utilitários, 16 motos e um caminhão. Deste grupo, 45 itens contam com avaliação estipulada em até R$ 5 mil. Cabe destacar que Foz do Iguaçu lidera a participação no Leilão VI de 2026 da PRF no Paraná, concentrando 282 dos 723 lotes totais, o equivalente a 39%.

Destaques em valores e sucatas da fronteira

O item de maior valor na lista é uma picape Nissan Frontier 2023, avaliada em R$ 90 mil. Logo depois aparecem uma Mitsubishi Triton 2020, precificada em R$ 69 mil, e um caminhão VW 8.160, custando R$ 50 mil. Veículos como Toyota Hilux, Jeep Compass e Mitsubishi L200 Triton figuram no topo com R$ 35 mil cada um. Em contrapartida, sete de cada dez lotes correspondem a sucatas, somando 198 itens que respondem por apenas 7% da avaliação geral.

A região de fronteira também reflete nos registros, visto que 144 itens não possuem cadastro no Brasil. Trata-se majoritariamente de motocicletas de marcas comercializadas no Paraguai, a exemplo de Kenton, Taiga e Leopard, classificadas quase em sua totalidade como sucata. Os valores estipulados no edital funcionam apenas como referência inicial de avaliação, não determinando o preço final de arremate.

Por Redação Acontece

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