O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, manifestou-se contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu a análise do registro de sua chapa e apontou supostos indícios de irregularidades.
O posicionamento da campanha
Em gravação divulgada em seus canais digitais, o presidenciável rejeitou qualquer infração legal e conclamou seus eleitores a manterem o engajamento na disputa eleitoral. O político afirmou firmemente que não vai abaixar a cabeça diante do cenário.
O impasse jurídico surgiu devido à forma como o diretório informou os endereços de internet vinculados à chapa. A legislação exige a notificação prévia de todos os canais digitais oficiais no ato de inscrição da candidatura.
A divergência sobre as redes sociais
Documentos apontam que a nominata enviou uma relação complementar contendo 18 perfis digitais após o prazo inicial. Por causa dessa atualização tardia, a Corte Eleitoral adiou o julgamento para examinar os novos dados e conceder prazo para a defesa se pronunciar.
Entre os endereços informados tardiamente estão perfis pessoais em plataformas como Instagram, TikTok e YouTube, além de páginas com nomenclaturas alternativas, a exemplo de Onça Viral, Multiverso Amarelo e Jaguatirica Hub.
Em sua defesa, o candidato argumentou que a acusação de abuso de poder econômico não faz sentido, destacando que sua estrutura financeira é baseada exclusivamente em financiamento coletivo e contribuições privadas, sem acesso a recursos públicos de campanha.
