Um laudo médico anexado pela própria modelo Lara Marina Soares Tosta desmente a versão de que ela desconhecia a gravidez antes de competir no exterior, apontando que a gestação já estava em curso meses antes do evento.
A polêmica do título nacional e o documento revelador
A polêmica começou quando a jovem de 20 anos perdeu a faixa e o posto de Miss Brasil Supranational 2026, gerando um debate nacional. Enquanto a defesa da modelo alegava que a descoberta ocorreu apenas após o retorno da Polônia, onde ela conquistou o terceiro lugar na etapa mundial, registros de ultrassonografia realizados no Espírito Santo indicam um tempo gestacional incompatível com essa versão.
O exame, feito em abril, mostrava um tempo estimado de sete semanas, antecedendo a viagem internacional que ocorreu em julho. A franquia brasileira responsável pela competição argumenta que a perda do título ocorreu devido ao descumprimento de cláusulas contratuais, e não exclusivamente pela maternidade.
Regras contratuais e quebras de acordo
Novas diretrizes e repercussão na saúde
De acordo com as diretrizes contratuais da franquia, candidatas grávidas não podem participar das etapas de preparação e disputa, regra estabelecida para preservar a integridade física diante da intensa rotina de compromissos. Além disso, a entidade apontou falhas na comunicação e alterações não autorizadas em figurinos oficiais durante o evento na Europa.
Após a repercussão da perda do título, que passou a ser ocupado pela catarinense Camilly Ceccon, a modelo foi internada em um hospital em Vitória. Enquanto boletins oficiais apontam estabilidade, familiares relatam preocupação com o nível de estresse decorrente da polêmica.
Por Redação Acontece
Créditos da imagem: Divulgação/Redes Sociais
