Idoso bate a cabeça e morre depois de ser derrubado de banco no Paraná

Faleceu nesta sexta-feira (6), aos 62 anos, João Batista de Matos, que estava internado havia quatro dias após sofrer uma queda em Carlópolis, município localizado no norte do Paraná. O incidente ocorreu na noite de terça-feira (3), quando a vítima estava sentada em frente a um estabelecimento comercial da cidade.

H2 Imagens de segurança e socorro
Registros de câmeras de segurança mostram o momento em que pessoas se aproximam do local. Na sequência, dois homens erguem o banco enquanto o idoso permanece sentado, provocando sua queda direta no solo e o forte impacto com a cabeça.

H2 Investigação policial no Paraná
Com traumatismo craniano e ferimentos graves no pescoço, o homem foi socorrido e transferido para um hospital em Londrina, onde não resistiu. O inquérito policial trata o episódio como homicídio. A Polícia Civil apura se houve dolo eventual ou homicídio culposo, enquanto recolhe laudos periciais e planeja ouvir novas testemunhas.

H2 Posicionamento da defesa
Os dois suspeitos chegaram a ser detidos, mas atualmente respondem em liberdade. O advogado Ilton Inácio declarou por meio de nota: “Inicialmente, a defesa manifesta seus mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos da vítima, reconhecendo a gravidade do ocorrido e respeitando profundamente a dor de todos os envolvidos.”

A nota segue pontuando que: “Entretanto, é necessário esclarecer que, segundo a versão apresentada pelos investigados, em nenhum momento houve intenção de agredir, machucar ou causar qualquer mal à vítima, muito menos provocar sua morte.”

Os investigados teriam agido a pedido de um funcionário do mercado. A defesa ainda acrescentou: “A defesa destaca que existem imagens de vídeo relacionadas à ocorrência, cuja análise poderá contribuir para o esclarecimento da dinâmica dos fatos.”

Por fim, o representante legal destacou: “A dor da família da vítima merece absoluto respeito. Da mesma forma, a responsabilidade dos investigados deve ser apurada com serenidade, sem julgamentos antecipados e com observância do devido processo legal e da presunção de inocência.”

Por Redação Acontece

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