Uma criativa fantasia escolar elaborada por moradores da região dos Campos Gerais, no Paraná, conquistou a internet e ultrapassou a marca de 8,5 milhões de visualizações em redes sociais após a divulgação de um vídeo institucional.
A repercussão no colégio municipal
O caso ocorreu na Escola Municipal Santa Terezinha, situada no município paranaense de Imbituva, durante a celebração do tradicional “Dia do Diferente”, data em que os estudantes comparecem vestidos com trajes livres. O diretor da instituição, Thiago Antunes Santos, relatou a repercussão gerada pela criatividade da família ao recepcionar o garoto Gelson Davi Nazario, de 10 anos.
“As crianças ficaram eufóricas, queriam correr atrás dele… Foi bem legal, bem criativo, a família está de parabéns e as crianças também! […] A gente faz esse ‘dia do diferente’ todo ano. Eu acho que criança é criança e tem que brincar, tem que ter esses dias para eles, porque eles ficam esperando, né?” É muito bacana e foram muitos pais que foram criativos”.
Montagem rápida e improvisada
Originalmente, o plano inicial dos responsáveis Thaislaine Aparecida de Oliveira Svistun e José Augusto Nazario era vestir o estudante como vampiro, porém a alteração de planos ocorreu instantes antes da saída para a aula.
“De última hora, faltavam uns 15 minutos pra sair, mais ou menos, eu fui ver o Instagram e apareceu o vídeo com a ideia. Aí a gente copiou”, conta a mãe.
A estrutura do disfarce utilizou materiais simples, incluindo um flutuador de piscina conhecido como “macarrão”, fixado a uma tiara com abraçadeiras plásticas e espetos de madeira para sustentar óculos e um chapéu. Uma camisa de tamanho superior foi vestida sobre o aparato, ocultando a cabeça do estudante na abertura frontal entre os botões.
Surpresa com o alcance digital
A repercussão repentina surpreendeu os responsáveis, principalmente pelo fato de a confecção ter ocorrido de forma expressiva e sem planejamento prévio extenso.
“Foi uma surpresa, né?! A gente não estava esperando, porque foi uma coisa que a gente fez tão rapidinho ali, ele só foi. Tanto que, foi tão rápido, que eu falei para o pai dele: ‘Tira uma fotinho dele’, porque não deu tempo, e ele até esqueceu. Que bom que a escola registrou”, lembra a mãe.
A gravação feita pela própria escola garantiu o registro do momento inusitado que agora circula amplamente nas plataformas digitais, destacando a inventividade familiar no ambiente escolar paranaense.
Por Redação Acontece
Reprodução/RPC
