Um homem de 33 anos, investigado por esconder um aparelho telefônico em um banheiro para registrar imagens de uma menina de 11 anos seminua no interior do Paraná, agora também responde a indícios de estupro de vulnerável.
Investigação amplia acusações contra suspeito no Paraná
O caso veio à tona no município de Mato Rico, situado na região central paranaense, após a vítima relatar os abusos para a própria mãe, que acionou imediatamente as autoridades policiais locais.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, William Gama Assunção, a menina relatou que o investigado tocava suas partes íntimas sob o pretexto de participar de brincadeiras de cócegas, configurando assim o crime de estupro de vulnerável, que não exige conjunção carnal.
Dinâmica do crime e provas encontradas
A denúncia foi formalizada na última quarta-feira, depois que a menor percebeu a armadilha no cômodo. O suspeito pediu para utilizar o banheiro antes dela e posicionou a câmera do telefone de forma estratégica para capturar o momento em que a vítima se despersiava.
Ao tomar conhecimento do ocorrido, a mãe verificou a lixeira e os arquivos apagados da galeria do dispositivo, onde localizou gravações que confirmaram os relatos da filha sobre episódios anteriores.
Buscas e medidas de proteção
A Polícia Militar foi acionada e realizou diligências na residência da família, porém o indivíduo não foi encontrado no local e permanece foragido até o momento.
Os familiares já solicitaram formalmente medidas protetivas de urgência para garantir que o agressor mantenha distância da vítima. As autoridades reforçam a importância de canais como o Disque 100 e o 197 da Polícia Civil para denúncias de crimes contra menores no estado.
Por Redação Acontece
Foto ilustrativa / Divulgação/UEPG
