Médica é assassinada em Maringá e marido deixa bebê sozinho Advogado é preso após médica de 37 anos ser assassinada em Maringá. Filho de 8 meses foi encontrado sozinho no apartamento. Leia mais. Uma médica de 37 anos foi brutalmente assassinada em um apartamento localizado em Maringá, na região norte do Paraná, na noite de último sábado (5). O principal suspeito do crime é o marido dela, o advogado João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, que fugiu do local e deixou o filho do casal, de apenas oito meses, trancado sozinho no imóvel.
O socorro à criança e a descoberta do corpo
O corpo da vítima, identificada como Gassi Mazia, foi descoberto após um familiar ser informado sobre o homicídio e se dirigir rapidamente até o endereço residencial. Do lado de fora da porta, o parente ouviu o choro incessante da criança e decidiu arrombar a entrada para verificar a situação. No interior do apartamento, a vítima foi encontrada sem vida, apresentando marcas de esfaqueamento e com três facas caídas ao seu lado. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado e atestou o óbito no local. Apesar do cenário trágico, a Polícia Militar confirmou que o bebê de oito meses não sofreu nenhum ferimento físico, embora o tempo que ele permaneceu sozinho ainda seja investigado.
Fuga e confissão em cidade vizinha
Após cometer o ato violento, o suspeito conduziu seu veículo até o município vizinho de Mandaguari, situado a cerca de 32 quilômetros de Maringá, parando na residência de um familiar. Moradores da região acionaram a polícia ao perceberem que o advogado apresentava diversos ferimentos pelo corpo. Em relatórios apresentados à Polícia Civil, os agentes de segurança informaram que o homem admitiu o crime para o familiar presente na casa. A testemunha confirmou em depoimento que o suspeito mencionou ter sufocado a companheira, sem entrar em maiores detalhes sobre a dinâmica do feminicídio.
Prisão e histórico profissional do casal
Os policiais militares localizaram o suspeito ainda dentro do automóvel, ferido na região do pescoço. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado sob escolta policial para um hospital da região, onde permanece internado e à disposição da Justiça paranaense. Tanto a vítima quanto o investigado atuavam como servidores públicos na região norte do estado. Gassi Mazia exercia a medicina na Unidade Básica de Saúde Nova Aliança, no município de Sarandi. A prefeitura local emitiu uma nota oficial lamentando profundamente o falecimento da profissional e repudiando qualquer ato de violência contra as mulheres. Já o suspeito trabalhava como assessor jurídico na Procuradoria-Geral de Marialva e foi exonerado do cargo na madrugada seguinte ao ocorrido. Por Redação Acontece Redes Sociais / Reprodução
