Tetris nega ter relação com jogo criado pela Casa Branca contra imigrantes

A companhia responsável pelo clássico jogo Tetris veio a público nesta sexta-feira (4/9) para esclarecer que não possui qualquer vínculo com a nova plataforma de games divulgada pela Casa Branca, cujo conteúdo faz alusão às restritivas políticas migratórias do presidente norte-americano Donald Trump.

Posicionamento oficial da empresa

Por meio de nota oficial, a marca enfatizou que reprova qualquer uso indevido de sua propriedade intelectual. A violação de direitos autorais é tratada com extrema rigidez pela corporação, que aproveitou para reforçar seus valores fundamentais perante o público global e a comunidade de jogadores.

Valores de união e diversidade

Diferente da proposta divisionista encontrada na iniciativa governamental, a empresa destacou que sua essência é promover a integração e o diálogo entre indivíduos de diferentes origens. Os fãs da marca receberam mensagens de agradecimento pelo apoio contínuo ao longo das décadas de história do famoso quebra-cabeça eletrônico.

Contexto do lançamento polêmico

Os jogos em questão foram disponibilizados na quinta-feira (3/9) e trazem inspirações evidentes em sucessos retrô dos fliperamas, incluindo o próprio Tetris e o tradicional “jogo da cobrinha” (Snake). Nas dinâmicas apresentadas, o público infantojuvenil é estimulado a simular o controle e a proteção das fronteiras norte-americanas, refletindo a agenda de endurecimento migratório implementada pela gestão atual desde o início do mandato.

Criado originalmente em 1984, o icônico game de encaixar blocos transformou-se em uma febre cultural em todo o planeta, distanciando-se agora de polêmicas político-partidárias internacionais.

Por Redação Acontece

Foto: Divulgação/Tetris

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