O senador e candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro (PL), revelou nesta terça-feira (1º) a intenção de enxugar a máquina pública estadual caso seja eleito nas eleições de 2026. A proposta principal envolve a diminuição do número de pastas administrativas e o corte de despesas para combater a burocracia na gestão.
Proposta de enxugamento da máquina pública
Durante sabatina realizada na Rádio Banda B, na capital curitibana, o político criticou o formato atual da administração paranaense. Atualmente, o estado conta com 24 secretarias, um número que, segundo o candidato, gera desconhecimento público sobre os ocupantes dos cargos e ineficiência.
Em tom descontraído, o representante do PL mencionou que pretende adotar medidas drásticas inspiradas no governo argentino. A ideia central é cortar excessos e simplificar processos para otimizar o uso dos recursos públicos.
Detalhes da campanha e agenda política
Apesar de defender a redução estrutural, o candidato não especificou quantas pastas pretende eliminar nem apresentou um cálculo exato da economia financeira que a medida traria para o estado do Paraná.
Após a entrevista na emissora de rádio, a agenda do político incluiu a gravação de material para o horário eleitoral gratuito e uma visita ao tradicional Mercado Municipal de Curitiba. Em seguida, ele embarcou para Brasília para cumprir obrigações legislativas no Congresso Nacional.
Cenário das eleições 2026 no Paraná
A corrida eleitoral oficial teve início em 16 de agosto, período em que os candidatos estão autorizados a realizar comícios, caminhadas, debates e pedir votos, conforme as normativas da Justiça Eleitoral brasileira.
O pleito para o primeiro turno está agendado para o dia 4 de outubro, enquanto um eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro. No total, o estado registra oito nomes na disputa pelo comando do Executivo estadual.
A lista oficial de concorrentes inclui Adriano Teixeira (PCO), Alexandre Salomão (Mobiliza), Luiz França (Missão), Requião Filho (PDT), Samuel Mattos (PSTU), Sandro Alex (PSD), Sérgio Moro (PL) e Tayná Miessa (UP).
Por Redação Acontece
Waldemir Barreto/Agência Senado
