O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, gerou grande repercussão ao declarar recentemente que não se importa caso sua atuação política acabe provocando o chamado fim do mundo. Durante uma entrevista concedida a um podcast voltado ao público evangélico, o político afirmou estar cumprindo o que considera ser uma missão divina e destacou seu interesse histórico por profecias e escatologia.
Visão sobre profecias e teologia
Em conversa com o apresentador Bryce Crawford, Vance explicou que sua perspectiva sobre o apocalipse é pragmática. Segundo o número dois da Casa Blanca, a humanidade deve adotar uma postura de que o fim dos tempos é uma certeza inevitável, variando apenas o horizonte temporal, que pode se estender por milênios ou ocorrer em poucos meses, enquanto ele busca executar o máximo de seu dever religioso.
Defesa a Donald Trump e uso de IA
Além de abordar temas escatológicos, o vice-presidente usou o espaço para defender o presidente Donald Trump de críticas recentes vindas de setores cristãos. A polêmica havia sido gerada após a publicação de uma imagem gerada por inteligência artificial que retratava o líder americano com traços associados a Jesus Cristo.
Crítica ao uso tecnológico nas relações
Apesar de justificar o post de Trump como uma simples brincadeira sem intenção blasfema — argumentando que o aliado possui um bom senso de humor —, Vance fez duras restrições ao avanço tecnológico desregulado. Ele classificou como “satânica” a prática de substituir a interação humana genuína por ferramentas digitais, citando como exemplo o uso de assistentes virtuais para resolução de conflitos conjugais e aconselhamento amoroso, o que, em sua visão, atrofia a empatia social.
Por Redação Acontece
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