A prática de atividades físicas virou uma aliada fundamental na rotina da atriz Isis Valverde para gerenciar os sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), condição diagnosticada ainda em sua infância.
Estratégias diárias e o papel dos famosos
Para organizar os pensamentos e manter o foco, a artista encontrou na ioga e na musculação uma maneira eficaz de movimentar o físico.
O relato da famosa se une ao de outras personalidades que recentemente decidiram abrir o jogo sobre o tema, tirando dos consultórios um debate repleto de estigmas e equívocos.
O impacto das redes e o cenário clínico
A visibilidade trazida por influenciadores e celebridades ajuda a expandir o diálogo, mas especialistas alertam sobre a necessidade de separar vivências individuais de orientações médicas precisas.
O transtorno é caracterizado como uma alteração do neurodesenvolvimento, marcada por padrões contínuos de impulsividade, desatenção e hiperatividade que afetam diretamente o âmbito social, profissional e acadêmico dos pacientes.
Conforme o indivíduo envelhece, os sinais mudam de figura. Na fase adulta, a hiperatividade costuma se manifestar como uma sensação constante de inquietação, ao passo que falhas no planejamento e na organização diária ganham mais destaque.
Como é feito o diagnóstico do TDAH
Identificar a condição exige uma investigação clínica minuciosa, já que não existe um exame laboratorial específico para essa finalidade.
O processo envolve analisar o histórico do paciente, a gravidade dos sinais e o prejuízo real na rotina, além de excluir outras hipóteses clínicas com manifestações parecidas. Distração pontual ou episódios isolados de inquietação não bastam para fechar o quadro.
Alternativas de tratamento e cuidados
O protocolo terapêutico é individualizado, podendo combinar acompanhamento psicológico, intervenções comportamentais e uso de fármacos, sempre sob supervisão multidisciplinar.
Embora o Ministério da Saúde recomende a atividade física regular como parte do suporte, a musculação ou a ioga funcionam como complementos e jamais substituem o acompanhamento médico especializado.
Por Redação Acontece
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