A rotina de lidar com o incômodo mensal utilizando analgésicos é uma realidade para muitas mulheres. No entanto, quando os medicamentos deixam de fazer efeito, o problema pode ir muito além de uma simples contração uterina comum.
Quando o analgésico perde o efeito
De acordo com estudos publicados no exterior, a cólica menstrual atinge de 50% a 90% das adolescentes. O desconforto costuma ser provocado por substâncias chamadas prostaglandinas. Porém, se a dor persiste por mais de três meses mesmo com o uso de anti-inflamatórios e hormônios, o cenário muda de figura e requer avaliação ginecológica detalhada.
Sinais de alerta para a saúde feminina
Especialistas destacam que existem indícios claros que não devem ser ignorados pelas pacientes. Entre eles estão a dor que piora com o tempo, a perda de dias de trabalho ou aulas, e desconfortos que surgem fora do período menstrual, durante a relação sexual ou ao evacuar. A presença de casos da doença na família também é um fator de atenção relevante.
“Cólica que limita a rotina e não responde ao tratamento habitual não deve ser tratada como normal. O remédio alivia o sintoma, mas não diz de onde a dor vem, e é essa resposta que define o tratamento, que pode ser cirúrgico ou não”, explica Tiago Castilho, cirurgião oncológico com atuação em cirurgia ginecológica e cirurgia de endometriose profunda.
O diagnóstico e o atendimento especializado
O atraso no diagnóstico da endometriose ainda é um desafio na medicina, muitas vezes associado à naturalização histórica da dor feminina. Para mudar esse panorama no Paraná, o processo de investigação envolve anamnese detalhada e exames de imagem específicos, como ressonância magnética da pelve e ultrassom transvaginal com preparo intestinal.
Para pacientes que buscam atendimento especializado no estado, o cirurgião Tiago Castilho atua há mais de dez anos no tratamento cirúrgico da endometriose. O profissional utiliza técnicas minimamente invasivas, como videolaparoscopia e cirurgia robótica. Para agendamentos e mais informações, o contato pode ser feito pelo telefone (44) 99169-8161. Tiago Castilho é CRM-PR 22590, RQE 2911 e RQE 844.
Por Redação Acontece
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