Crítica: Machine Gun Kelly faz da mistura de estilos sua marca no Rock in Rio

O cantor Machine Gun Kelly subiu ao palco em uma apresentação pontual após a chuva dar uma trégua, abrindo sua performance com o sucesso “Fix ur face” e mostrando toda a sua energia característica.

A transição do rap para o rock

Nascido em Cleveland e com 36 anos de idade, o artista americano construiu uma trajetória musical versátil, abandonando gradualmente as raízes no rap para se aventurar com força nos territórios do pop punk e do rock alternativo.

Com um visual gótico moderno, o músico interagiu com o público misturando momentos de vulnerabilidade, discursos reflexivos sobre pertencimento e muita atitude rebelde no palco.

Parcerias e momentos inusitados

Ajudado pela sonoridade influenciada por grandes nomes do estilo, o cantor desfilou hits embalados por guitarras e colaborações marcantes com bateristas renomados da cena internacional.

Entre trocas de figurino, momentos de desabafo com os fãs e interações irreverentes, a apresentação consolidou definitivamente sua nova fase artística longe do hip-hop tradicional.

O encerramento veio em tom caótico e autêntico, com o artista anunciando novidades em sua carreira e se despedindo de forma abrupta após uma sequência intensa de músicas.

Por Redação Acontece

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