O falecimento do professor Cassiano Rossetto, de 39 anos, ocorrido na última terça-feira (1º), trouxe à tona graves irregularidades e atrasos em uma reforma avaliada em R$ 827 mil no Colégio Agrícola. O docente realizava por conta própria reparos no forro da casa funcional onde morava com a família no momento do acidente fatal.
Atrasos e paralisações na reforma milionária
A intervenção estrutural na instituição de ensino começou a ser executada em julho de 2023, com previsão inicial de conclusão em apenas quatro meses. No entanto, o cronograma sofreu sucessivas prorrogações, acumulando meses de atraso e gerando insatisfação na comunidade acadêmica.
Condições precárias nas residências funcionais
Moradores do local relatam que as moradias destinadas aos servidores apresentam sérios problemas de infraestrutura. A falta de manutenção adequada por parte da administração obrigava os profissionais a assumirem riscos para realizar reparos básicos em suas próprias residências.
Investigação sobre as circunstâncias do acidente
As autoridades competentes já iniciaram as apurações para determinar as responsabilidades pela tragédia. O foco da investigação é entender por que o educador estava executando serviços de manutenção que deveriam ser de responsabilidade dos órgãos competentes pela obra.
O caso escancara a situação crítica de abandono e os riscos enfrentados diariamente por quem vive nas dependências do colégio, enquanto os recursos milionários destinados às melhorias não se traduzem em segurança e infraestrutura adequada.
Por Redação Acontece
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