Defesa de Lulinha diz que relatórios expostos por Moraes provam perseguição

Defesa de Lulinha aponta perseguição em relatórios da PF Advogados de Fábio Luís Lula da Silva afirmam que documentos da Polícia Federal expostos por Alexandre de Moraes provam perseguição e direcionamento. A defesa técnica de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, emitiu um comunicado oficial nesta sexta-feira (4/9) sustentando que os recentes relatórios de inteligência da Polícia Federal vêm a público para certificar a ausência de qualquer vínculo entre seu cliente e as irregularidades no INSS que foram alvo da Operação Sem Desconto.

Posicionamento dos advogados

Assinado pelo advogado Guilherme Suguimori Santos, o documento aponta que a tese de desconexão foi validada após a abertura de investigações paralelas que não guardavam relação com o escopo original, caracterizando, segundo a defesa, uma prática de direcionamento ilegal e busca especulativa de provas. Para a equipe jurídica, a contaminação processual que já vinha sendo contestada ganhou respaldo técnico nos dados divulgados pela corporação policial na véspera, os quais trazem questionamentos a respeito da legitimidade e dos limites aplicados na condução dos inquéritos.

Expectativa em relação à Justiça

O texto reforça que Fábio Luís se mantém à inteira disposição das instâncias competentes para comprovar sua inocência, ao mesmo tempo em que manifesta expectativa para que o Poder Judiciário não minimize eventuais falhas, vieses ou motivações políticas que pudessem justificar o encerramento definitivo das apurações. A divulgação dessas manifestações ocorre no contexto de intensas discussões na cúpula do Supremo Tribunal Federal, marcadas por divergências entre ministros a respeito da condução de apurações sigilosas e relatórios preliminares de inteligência que tramitam na corte. Por Redação Acontece Créditos: Agência Brasil

By