VÍDEO: mulher é espancada pelo marido e pede para filho criança filmar a violência, no PR: 'Se eu morrer, pelo menos ele vai preso'

Mulher espancada no PR pede para filho gravar agressão Homem de 54 anos é preso após espancar a esposa em Jaguariaíva (PR). Vítima pediu para o filho filmar a violência para garantir que ele fosse preso. Uma mulher de 39 anos foi brutalmente espancada pelo marido em Jaguariaíva, na região dos Campos Gerais do Paraná, e teve a presença de espírito de pedir para o filho mais velho registrar o crime em vídeo para servir como prova caso ela viesse a óbito. O agressor, de 54 anos, acabou preso em flagrante e já virou réu na Justiça.

Detalhes da violência doméstica

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o suspeito utilizou socos, empurrões, puxões de cabelo e até um pedaço de madeira para ferir a esposa, além de tentar sufocá-la com um travesseiro. As agressões ocorreram na presença de duas crianças: o filho mais velho da vítima e o filho do casal. Durante os ataques, o homem ainda desferiu um golpe nas costas do enteado e ameaçou matar todos caso fossem à polícia.

Estratégia para pedir socorro

O crime aconteceu no dia 30 de agosto. Após as agresões iniciais, o suspeito confinou a mulher na residência, confiscou o aparelho telefônico dela e voltou a agredi-la horas mais tarde. Aproveitando o momento em que o agressor dormiu durante a madrugada, a vítima recuperou o telefone e criou um perfil falso em uma rede social — já que era proibida pelo marido de ter contas próprias — para publicar as imagens e clamar por ajuda. A postagem foi visualizada pela irmã da vítima, que imediatamente acionou a Guarda Municipal. Com a intervenção rápida das autoridades, o indivíduo foi localizado e detido. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva pela Justiça.

Ação penal e desdobramentos

O Ministério Público formalizou a denúncia contra o homem pelos crimes de lesão corporal qualificada, vias de fato e ameaça, todos enquadrados na Lei Maria da Penha. A acusação foi aceita pelo Poder Judiciário, transformando o agressor em réu em um processo que segue em tramitação. Por Redação Acontece Reprodução

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