Conhecido por sua trajetória no hardcore com o Forfun e no reggae com o Braza, o cantor e compositor Danilo Cutrim agora direciona sua criatividade para as pistas de dança oitentistas. Em seu segundo álbum solo, batizado de Neon, o artista aposta em uma sonoridade nostálgica que une lembranças afetivas à fusão entre o soul dos Estados Unidos e a riqueza da música popular brasileira.
As influências musicais de Neon
Depois de estrear a turnê em terras paulistas, o projeto ganhou os palcos do Rio de Janeiro em uma apresentação exclusiva acompanhada de perto pelo programa Papo.MP4, na editoria #NaPista. Durante a entrevista, o músico abriu o jogo sobre as principais referências que moldaram o disco, citando ícones consagrados como Tim Maia, Sandra de Sá e o maestro Lincoln Olivetti.
Bastidores e composições do disco
O processo de criação de Neon nasceu de vivências e histórias pessoais do cantor, que se refletem diretamente nas faixas do repertório. Canções como “Vamos Tentar”, “O Tempo Para” e “Saudade” ganham vida própria no álbum, traduzindo sentimentos profundos em batidas dançantes que remetem à áurea vibrante das décadas passadas.
O novo projeto consolida a versatilidade artística de Cutrim, provando que sua assinatura musical continua em constante evolução, transitando com naturalidade entre diferentes gêneros e épocas.
Por Redação Acontece
Créditos da imagem: Divulgação / Papo.MP4
