O conglomerado financeiro Rendimento encerrou o primeiro semestre de 2026 com um retorno sobre patrimônio médio (ROAE) de 27,69%, impulsionado por sua estratégia de digitalização e diversificação de portfólio.
Desempenho financeiro e indicadores sólidos
O balanço divulgado recentemente aponta que o lucro líquido da instituição atingiu R$ 74,1 milhões, enquanto o patrimônio líquido somou R$ 533 milhões. A carteira de crédito ampliada alcançou a marca de R$ 2,4 bilhões.
Já os ativos sob gestão e administração somaram R$ 4,7 bilhões. O Índice Basileia do conglomerado, que mede a solidez financeira da instituição, encerrou o período em 13,28%.
Expansão de portfólio e serviços digitais
O crescimento é reflexo da estratégia multissetorial da instituição, que já atende mais de 6 milhões de usuários por meio de suas marcas Banco Rendimento, Rendimento Câmbio e Rendimento Pay. A atuação abrange desde cartões empresariais e pré-pagos até adquirência e automação bancária.
Recentemente, a empresa ampliou sua oferta com soluções de consórcio e seguros — incluindo opções empresariais, prestamista, auto, saúde e residencial.
Investimentos em tecnologia e inteligência artificial
Para 2026, o grupo intensificou os aportes em inovação e tecnologia, integrando ferramentas de inteligência artificial para otimizar jornadas, garantir maior segurança da informação e personalizar o atendimento.
De acordo com o executivo Roger Ades, a proximidade com o público é o diferencial para entregar soluções customizadas que unem infraestrutura avançada e atendimento humanizado. Em 2025, a solidez do Banco Rendimento foi atestada pela agência Fitch Ratings, que manteve os ratings nacionais em “AA-” para o longo prazo e “F1+” para o curto prazo, com perspectiva estável.
Por Redação Acontece
Créditos da imagem: Divulgação / Rendimento
