Cresol oportuniza recomeço para casal que encontrou no campo um novo caminho

A pandemia de Covid-19, em 2020, obrigou muitos profissionais a mudarem de trajetória. Foi o caso de Alex Passador e Mariana Girotto, que atuavam com transporte escolar em Curitiba (PR). Com a paralisação das atividades, eles precisaram vender a van que garantia o sustento da família e retornar à terra natal de Alex, no Noroeste paranaense, em um plano que parecia ser apenas temporário.

Do transporte escolar ao cultivo na terra

Cinco anos após o retorno, o que era provisório transformou-se em um projeto de vida definitivo. Atualmente, o casal trabalha em conjunto com os pais, o irmão e a cunhada de Alex, cultivando tomates, morangos e pimentões em uma área de pouco mais de um alqueire, equivalente a 2,42 hectares.

A trajetória começou literalmente do zero, sem nenhuma estufa na propriedade. O primeiro espaço protegido foi erguido justamente com os recursos obtidos após a venda do veículo de transporte escolar, dando início à produção agrícola da família.

Crédito rural e expansão dos cultivos

Para ampliar as atividades, o casal precisou buscar financiamento. Após enfrentarem dificuldades em outras instituições financeiras para acessar o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), eles encontraram suporte na Cresol.

O atendimento próximo do gerente de Negócios facilitou a liberação de recursos do Pronaf. O montante viabilizou a construção de duas novas estufas dedicadas aos tomates, além de custeio para as safras de morango e pimentão, impulsionando a produtividade do negócio familiar.

Alta produtividade e venda direta

A dedicação diária gerou números expressivos. Em uma única estufa de mil metros quadrados, a colheita anual de tomates varia entre 20 mil e 30 mil quilos. Já a produção de morangos alcança de 4 mil a 5 mil quilos por ano.

Os alimentos cultivados abastecem mercados, restaurantes, feirantes e a Cooperativa dos Produtores Rurais de Umuarama (Cooperu), que atende a rede escolar. Além disso, a propriedade adotou o sistema “colha e pague”, permitindo que visitantes colham morangos diretamente do pé.

Adaptação e novos planos para o futuro

Natural de Curitiba, Mariana admite que a transição da vida urbana para o campo exigiu adaptação, mas hoje celebra os frutos do próprio trabalho e o contato direto com os consumidores.

Com o negócio consolidado, a família já planeja novos investimentos na infraestrutura da propriedade para os próximos anos, consolidando a agricultura familiar como fonte duradoura de renda e realização pessoal.

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