Um motorista do transporte coletivo de Curitiba foi vítima de uma agressão física na última terça-feira (15), enquanto operava a linha Pinheirinho/Rui Barbosa. O caso mobilizou os passageiros presentes no veículo, que decidiram intervir e conter o agressor até a chegada das autoridades competentes na capital paranaense.
A dinâmica da confusão no transporte coletivo
De acordo com relatos colhidos no local, o indivíduo ingressou no coletivo sem efetuar o pagamento da passagem regulamentar. Antes de desferir um soco no rosto do trabalhador, ele teria empurrado outras pessoas que estavam a bordo, gerando um clima de tensão e revolta no interior do veículo.
Imagens gravadas por testemunhas registraram o tumulto e o momento em que os usuários do sistema exigiram a expulsão do homem. Diante da situação, os próprios passageiros mobilizaram-se para imobilizar o agressor, garantindo que ele não fugisse antes da intervenção da Guarda Civil Municipal (GCM), acionada imediatamente para lidar com a ocorrência.
Posicionamento oficial da URBS sobre a violência
Em nota oficial emitida à imprensa, a Urbanização de Curitiba (URBS), órgão que gerencia o tráfego e o transporte na cidade, manifestou profundo repúdio ao ato de violência. A autarquia enfatizou que agressões contra profissionais do setor são inaceitáveis e reforçou que a segurança dentro dos ônibus é uma prioridade constante para a gestão municipal.
O comunicado também destacou os canais de apoio disponíveis para os operadores e usuários. Os motoristas contam com comunicação direta por meio da Patrulha do Transporte Coletivo, enquanto a população pode utilizar o telefone 156 para relatar emergências e solicitar suporte rápido das forças de segurança locais.
Por Redação Acontece
Vídeo: Reprodução/Rede Massa
