A corrida pelo Palácio Iguaçu movimentou diferentes regiões paranaenses neste domingo (13), com postulantes ao comando do executivo estadual dividindo atenções entre a capital e cidades do interior.
Agenda no interior do estado
As cidades do interior receberam forte presença de concorrentes ao governo, que aproveitaram eventos tradicionais e encontros com eleitores para apresentar suas propostas políticas.
Em Toledo, a tradicional 53ª Festa Nacional do Porco no Rolete contou com a presença de Sandro Alex (PSD) e Sérgio Moro (PL). Ambos aproveitaram a festividade para interagir com o público local e fortalecer alianças políticas na região Oeste.
Sandro Alex ainda cumpriu compromissos em Londrina, onde almoçou com lideranças locais, enquanto Sérgio Moro realizou uma blitz nas proximidades do lago em Cascavel.
Movimentação em Curitiba e Região Metropolitana
A capital paranaense e municípios vizinhos foram palco de caminhadas, panfletagens e reuniões com eleitores organizadas por diferentes chapas que disputam o pleito deste ano.
Adriano Funileiro (PCO) concentrou suas atividades no coração de Curitiba, passando pela Feira Hippie do Largo da Ordem, realizando reuniões internas com militantes e distribuindo material de campanha pelo Centro Histórico.
Por sua vez, Alexandre Salomão (Mobiliza) esteve em São José dos Pinhais, onde caminhou pelo tradicional Caminho do Vinho para conversar diretamente com produtores locais e empreendedores da região.
Panorama da disputa eleitoral
A Justiça Eleitoral autorizou o início oficial da propaganda e dos pedidos de votos no dia 16 de agosto, permitindo comícios, caminhadas, debates e veiculação de propostas na mídia.
O pleito estadual conta com oito nomes registrados na disputa oficial. A votação do primeiro turno está agendada para o dia 4 de outubro, enquanto um eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.
Enquanto alguns concorrentes intensificaram as atividades públicas, outros nomes na disputa, como Requião Filho (PDT), Samuel de Mattos (PSTU), Luiz França (Missão) e Tayná Miessa (Unidade Popular), não divulgaram agendas públicas para o período.
Por Redação Acontece
Natalia Filippin/G1
