Crítica: Nova Twins leva pandemônio sonoro ao Palco Mundo do Rock in Rio

A dupla inglesa Nova Twins surpreendeu o público logo nos primeiros instantes de sua apresentação na abertura do Palco Mundo, na tarde de sexta-feira, trazendo uma estética visual inspirada nas bonecas Bratz e um volume impressionante com a faixa “Antagonist”.

A mistura sonora que marcou o festival

Logo na sequência, a vocalista Amy Love trocou a guitarra pelo microfone para rimar em “Cleopatra”, combinando influências de Pussycat Dolls e Rage Against The Machine, enquanto a baixista Georgia South conduzia o ritmo com efeitos intensos.

O repertório seguiu com faixas como “Taxi” e “Soprano”, levantando dúvidas na plateia sobre qual rótulo definiria o som: heavy metal mutante, R&B com pegada punk ou pop apocalíptico.

Energia pura e peso no palco principal

A força da banda ficou evidente no peso de “Parallel Universe” e na contagiante “N.O.V.A.”, comandada por Amy novamente na guitarra, acompanhadas por um baterista de peso que garantiu a potência da apresentação.

Em “Drip” e “Choose your fighter”, a interação com a plateia atingiu o ápice com solos marcantes e descidas da baixista em direção aos fãs presentes.

O encerramento veio com o sucesso “Monsters” e os vocais operísticos de “Glory”, coroando uma hora de show que resgatou a essência das apresentações ao vivo com muita energia e inovação.

Por Redação Acontece

Fabiano Rocha / Agência O Globo

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