Uma denúncia grave movimentou a sessão ordinária da Câmara Municipal de Maringá nesta terça-feira (1º). O vereador Lemuel Salvando Vidas (PDT) afirmou publicamente que o Sistema Único de Saúde (SUS) teria recusado o atendimento a duas crianças atípicas sob a justificativa de que a família possui cobertura de plano de saúde privado.
O caso em Maringá
De acordo com o parlamentar, a mãe dos menores buscou auxílio na rede pública de saúde, mas encontrou barreiras burocráticas e assistenciais. A negativa gerou forte repercussão e levanta debates sobre o acesso universal à saúde pública no município paranaense.
Acesso universal versus cobertura privada
A situação expõe um impasse recorrente sobre os direitos de pacientes atípicos que dependem do suporte multidisciplinar. A legislação brasileira garante que o SUS é universal e deve atender a qualquer cidadão, independentemente de possuir ou não convênio médico particular.
A denúncia detalha que a recusa do serviço básico de saúde coloca em risco o tratamento contínuo de que os menores necessitam. Especialistas reforçam que a rede privada muitas vezes não cobre todas as terapias essenciais exigidas por diagnósticos específicos.
A expectativa agora é que os órgãos competentes investiguem o caso em Maringá para esclarecer os critérios adotados pela unidade de saúde e garantir que os direitos fundamentais das crianças sejam plenamente respeitados.
Por Redação Acontece
Créditos da imagem: Divulgação / Câmara Municipal de Maringá
