A falta de dor, de caroços perceptíveis ou de alterações visíveis nas mamas frequentemente gera uma falsa sensação de segurança entre muitas mulheres. No entanto, a ausência de sinais aparentes não elimina a necessidade de realizar avaliações médicas e procedimentos preventivos regularmente.
A importância da detecção precoce em Curitiba
O câncer de mama se destaca como o tumor mais incidente na população feminina brasileira, ficando atrás apenas dos casos de pele não melanoma. Quando o diagnóstico ocorre nas fases iniciais, as possibilidades de um tratamento bem-sucedido aumentam de maneira significativa.
Segundo a Dra. Sandra Mônica Tochetto, médica radiologista e ultrassonografista da Quanta Diagnóstico por Imagem, CRM-PR 19585, reconhecer possíveis alterações nas mamas é importante, mas não substitui o acompanhamento médico e os exames indicados para cada mulher.
“O principal sintoma do câncer de mama é o nódulo palpável. Mas é importante lembrar que, nas fases iniciais, o câncer de mama não apresenta sintomas, tornando os exames de rotina essenciais para a detecção precoce”, explica a médica.
Diferenças entre mamografia, ultrassom e ressonância
Embora compartilhem o objetivo de analisar a região mamária, a mamografia, a ultrassonografia e a ressonância magnética possuem indicações distintas. A escolha do método depende diretamente da faixa etária, do histórico clínico e de eventuais sintomas apresentados.
A mamografia emprega raios X para gerar imagens detalhadas, sendo capaz de revelar anomalias antes mesmo que possam ser sentidas pelo tato. Além do modelo digital tradicional, clínicas especializadas na capital paranaense contam com a tomossíntese, tecnologia que produz registros em múltiplos ângulos para otimizar a visualização dos tecidos.
Já o ultrassom utiliza ondas sonoras e serve como complemento, destacando-se no atendimento a pacientes com mamas densas ou na diferenciação entre cistos líquidos e nódulos sólidos. Por sua vez, a ressonância magnética atende a demandas específicas, como a investigação em pacientes de risco elevado.
Sinais de alerta e o papel do autoexame
Mesmo mantendo os exames em dia, observar o próprio corpo continua sendo indispensável. Sinais como caroços na região da axila, descamação na pele, inversão recente do mamilo, secreção espontânea ou dores persistentes exigem avaliação especializada imediata, sem a necessidade de aguardar o próximo rastreamento de rotina.
É fundamental ressaltar que o toque não substitui os métodos de imagem.
“Há um mito de que o autoexame substituiria a mamografia. Isso não é verdade. O autoexame é importante, mas a mamografia é essencial para a detecção precoce”, reforça a Dra. Sandra Mônica Tochetto.
Adotar um estilo de vida equilibrado, que inclua a prática de atividades físicas, uma dieta saudável e a moderação no consumo de álcool, auxilia na redução de riscos. Em Curitiba, centros especializados como a Quanta Diagnóstico por Imagem oferecem suporte completo para o rastreamento e diagnóstico precoce, reforçando que o cuidado com a saúde deve ser contínuo ao longo de todo o ano.
Por Redação Acontece
Divulgação/Imagem gerada por IA pelo ChatGPT.
