MPPR denuncia homem por feminicídio de mulher em Curitiba Ministério Público do Paraná denuncia suspeito de estuprar, matar por asfixia e ocultar corpo de mulher encontrada em vala em Curitiba. O Ministério Público do Paraná (MPPR) formalizou denúncia contra Joanderson Santos Silva, de 26 anos, acusado de assassinar Maria Fernanda Naiser Fragais, de 43 anos, na capital paranaense. O crime ocorreu em 13 de setembro, após a vítima e o investigado deixarem uma danceteria localizada no bairro Pinheirinho, na zona sul de Curitiba.
Detalhes da investigação e da denúncia
O corpo de Maria Fernanda foi localizado três dias após o desaparecimento, dentro de uma vala a aproximadamente 200 metros do estabelecimento comercial. A vítima estava sem roupas e apresentava marcas de estrangulamento. O suspeito vai responder criminalmente por feminicídio, estupro e ocultação de cadáver. Conforme a peça acusatória apresentada pelo órgão ministerial, o acusado conduziu a vítima até uma região de mata isolada próxima ao local da festa. No local, ele teria cometido a violência sexual, assassinado a mulher por asfixia e descartado o corpo na vala.
Fuga e histórico criminal
Imagens capturadas por câmeras de segurança registraram o momento em que os dois caminhavam juntos pela rua. Apenas sete minutos mais tarde, o suspeito foi filmado correndo sozinho pelo mesmo trajeto. Após a execução do crime, o homem fugiu para o estado de São Paulo, sendo capturado na capital paulista em 18 de setembro. Além deste caso, o denunciado já possuíva mandado de prisão em aberto desde junho por crimes de violência doméstica contra outra vítima, incluindo ameaça, violação de domicílio e vias de fato. O acusado não possui advogado constituído nos autos do processo atual.
Contexto da vítima em Curitiba
Maria Fernanda era moradora da cidade de Palmas, situada no Sul do Paraná, e havia viajado para Curitiba no dia 7 de setembro para visitar parentes com quem não mantinha contato há 14 anos. Na noite do crime, ela esteve na danceteria acompanhada de uma sobrinha, onde conheceu o agressor. A administração do estabelecimento informou que não houve registros de conflitos no interior do local antes de ambos deixarem o endereço voluntariamente. Por Redação Acontece PCPR/Reprodução
