Profissionais da arquitetura do Brasil e da Argentina agora contam com facilidade para exercer suas funções no território vizinho, graças a um acordo de reciprocidade firmado entre os conselhos de classe de ambas as nações em 7 de setembro.
Mobilidade para cidades fronteiriças
A medida elimina a burocracia da revalidação de diplomas para o exercício temporário da profissão. A novidade impacta diretamente quem atua em regiões de divisa internacional, como o município paranaense de Foz do Iguaçu e a cidade argentina de Puerto Iguazú.
Regras e exigências para a atuação
Para cruzar a fronteira e projetar no país vizinho, o urbanista precisa estar com o registro ativo no órgão de origem e cumprir todas as legislações técnicas, éticas e urbanísticas locais.
O formato estabelecido vale exclusivamente para prestação de serviços por tempo determinado. Caso o profissional decida fixar residência e trabalhar em caráter permanente, os trâmites tradicionais de validação continuam sendo obrigatórios.
Entidades do setor comemoraram a decisão, destacando que a iniciativa derruba barreiras históricas que dificultavam a circulação de talentos e o intercâmbio de projetos entre as duas nações sul-americanas.
Por Redação Acontece
Créditos da imagem: Divulgação / CAU
