A cidade de Foz do Iguaçu acompanha de perto os desdobramentos de um megaprocesso nos Estados Unidos, onde uma gigante de tecnologia concordou em pagar uma quantia multibilionária após utilizar obras literárias sem autorização no treinamento de inteligência artificial.
O impasse sobre a divisão dos recursos
Enquanto profissionais da literatura aguardam a compensação financeira, surgem divergências entre criadores e corporações editoriais sobre a porcentagem cabível a cada parte. O processo envolve centenas de milhares de títulos catalogados e tem exigido validações complexas de titularidade.
Consequências para o mercado literário
Especialistas jurídicos apontam que a ausência de cláusulas específicas para tecnologias emergentes nos contratos antigos é a principal causa dos conflitos. A situação é comparada a transições ocorridas na indústria musical durante a chegada das plataformas digitais de reprodução.
Por Redação Acontece
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