Um paciente que buscou atendimento em uma unidade de saúde no estado do Rio de Janeiro passou por uma situação inusitada durante a triagem para a realização de um exame de imagem de alta complexidade.
O procedimento de rotina no Leblon
O episódio ocorreu em um centro médico localizado no bairro carioca do Leblon, quando a pessoa se preparava para realizar uma ressonância magnética.
A pergunta inesperada sobre segurança
Além das tradicionais questões de praxe feitas pelos profissionais de saúde — como a investigação sobre a presença de marca-passo cardíaco, placas metálicas ou outros dispositivos no corpo —, a atendente surpreendeu ao indagar diretamente se o paciente fazia uso de tornozeleira eletrônica.
A inclusão do equipamento de monitoramento prisional no protocolo de triagem chamou a atenção devido à especificidade do questionamento em ambientes médicos voltados para exames diagnósticos.
O caso ilustra como os protocolos de segurança em estabelecimentos de saúde podem abranger situações inusitadas para evitar acidentes com os potentes campos magnéticos dos aparelhos de ressonância.
Por Redação Acontece
Créditos da imagem: Divulgação
