Rock in Rio 2026: temporais já marcaram história do festival; relembre

A relação entre temporais intensos e o Rock in Rio acompanha a trajetória do evento desde a sua primeira edição, em 1985, quando o mau tempo moldou a identidade do festival.

A lama histórica de 1985

Uma tempestade severa atingiu a Cidade do Rock, localizada em Jacarepaguá, convertendo o local em um imenso lamaçal e gerando cenas icônicas que marcaram o début do evento.

Realizado entre 11 e 20 de janeiro dequele ano, o festival atraiu cerca de 1,38 milhão de espectadores ao longo de dez dias, enfrentando precipitações recorrentes que complicaram a mobilidade.

Apesar das adversidades no terreno, os espetáculos continuaram, destacando-se a performance do Queen com Freddie Mercury diante de uma multidão resiliente.

Transtornos em 2015 e 2019

Três décadas depois, em 27 de setembro de 2015, um novo temporal castigou o encerramento do evento, formando grandes poças na Rock Street e antecipando a saída de parte dos presentes.

Mesmo com as intempéries, o show de Katy Perry manteve-se firme perante uma plateia numerosa que decidiu resistir até o final.

Já em 2019, coube ao cantor canadense Drake encarar uma chuva forte que desabou na abertura daquela edição, tornando-se o foco principal dos comentários da noite.

O temporal de 2022

No ano de 2022, as condições climáticas adversas voltaram a dar as caras durante o show de Post Malone, intensificando-se ao longo das horas e testando a paciência dos fãs no gramado.

Esses episódios climáticos provam que, independentemente da edição, o fator meteorológico sempre desempenha um papel de destaque na memória coletiva do festival.

Por Redação Acontece Divulgação / Rock in Rio

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