A banda britânica Bring Me The Horizon entregou uma apresentação memorável que buscou responder aos dilemas sobre a sobrevivência e a relevância do rock’n’roll para as novas gerações no Palco Mundo do Rock in Rio.
H2 Inovação e peso no Palco Mundo
O espetáculo começou com a exibição de um trailer do jogo fictício Post Human NexGen no enorme telão, preparando o público para uma estética repleta de violência gráfica e referências virtuais.
H3 A mistura de estilos musicais
Logo em seguida, a explosão sonora da faixa “DArkSide” evidenciou a proposta atual do grupo: unir peso, sonoridade pop e elementos tecnológicos em uma fórmula calculada para gerar impacto máximo nos refrões.
O vocalista Oli Sykes interagiu com os fãs em português, demonstrando sua forte ligação com o país ao afirmar que possui CPF e utilizar Pix, enquanto comandava clássicos como “House of wolves” e “Happy song”.
H2 Interatividade e conexão com o público
A performance visual, integrada às imagens ao vivo da banda, transformou o telão em uma peça central do show, complementando a energia vinda das raízes de death metal do grupo.
Momentos marcantes incluíram a fusão inusitada de drum’n’bass, death metal e k-pop, além de duetos vocais intensos e parcerias com convidados especiais no palco.
H3 Encerramento apoteótico
Na reta final da apresentação, canções sentimentais e enérgicas como “Drown”, “Throne” e “Can you feel my heart” consolidaram a comunhão entre os músicos e a multidão presente.
A estreia do grupo britânico no festival foi coroada com exaltação popular, provando que a proposta musical atual encontrou o momento e o espaço exatos para brilhar.
Por Redação Acontece Divulgação/Rock in Rio
