Novo empréstimo e venda de SAF do Vasco recebem aval de Administração Judicial, Watchdog e Gatekeeper; entenda próximo passo

O futuro institucional do Vasco deu um passo significativo nesta sexta-feira com a manifestação favorável da Administração Judicial, do Watchdog e do Gatekeeper. Os órgãos que acompanham o processo de recuperação judicial aprovaram a contratação de um empréstimo DIP no valor de até R$ 150 milhões, além da continuidade do leilão para a comercialização de 90% da nova SAF.

Próximos passos na Justiça

Com o parecer positivo dos auxiliares do juízo, o processo agora segue para a análise oficial do Ministério Público e da 4ª Vara Empresarial. O prazo inicial estipulado para 2 de setembro havia sido prorrogado após um acordo firmado entre o clube e a 777 Carioca LLC, detentora de 31% das ações da SAF, permitindo a emissão de um novo posicionamento conjunto.

Necessidade de fluxo de caixa

Segundo a avaliação técnica dos órgãos fiscalizadores, o clube carioca apresenta uma urgência real na recomposição de sua liquidez financeira para manter as operações diárias. Entre as opções analisadas, a proposta de empréstimo apresentada pela Almirantes Participações, ligada a Marcos Lamacchia, foi considerada a alternativa com o melhor custo-benefício.

Restrições no uso dos recursos

Apesar da liberação do montante expressivo, o clube não terá acesso livre a totalidade dos recursos de forma imediata. O parecer técnico estabelece que o dinheiro deve ser mantido em caixa para ser utilizado estritamente em demandas essenciais, sempre sob rigoroso acompanhamento e fiscalização dos órgãos competentes.

Movimentações no mercado da bola

Enquanto os trâmites jurídicos avançam, o Tribunal autorizou a diretoria a buscar reforços no mercado antes mesmo da liberação oficial do empréstimo de R$ 150 milhões, com foco no encerramento da janela de transferências. Negociações de maior expressão também foram liberadas, desde que os pagamentos excedentes sejam projetados para períodos futuros, utilizando modelos como empréstimos com obrigação de compra para preservar a saúde financeira a curto prazo.

Por Redação Acontece

Reprodução / Internet

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