Mari Menezes: o que é urticária crônica espontânea? Doença rara diagnosticada na influenciadora

A criadora de conteúdo digital Mari Menezes usou suas plataformas online para compartilhar com os seguidores que recebeu o diagnóstico de uma condição médica incomum após enfrentar episódios persistentes de coceira e vermelhidão cutânea por mais de 30 semanas.

Entenda a condição diagnosticada na influenciadora

Em seus relatos, a famosa explicou que sofre de urticária crônica espontânea, um quadro benigno que pode manifestar marcas vermelhas no colo em momentos de maior ansiedade. A terapia inicial planejada terá duração de quatro meses, com a ingestão de remédios a cada doze horas, embora o problema possa se estender por anos ou apresentar remissões e recidivas imprevisíveis. Ela também tranquilizou o público ao ressaltar que a patologia não é transmissível.

Características da enfermidade dermatológica

O distúrbio inflamatório é marcado pelo aparecimento constante de placas avermelhadas pruriginosas e, em certas situações, de angioedema, que consiste em edemas profundos na pele que ultrapassam o período de seis semanas sem estarem ligados a agentes externos como cosméticos ou alimentos.

Os impactos na rotina dos pacientes costumam ser severos, prejudicando o sono, as atividades cotidianas e as relações interpessoais, o que frequentemente resulta em isolamento social devido à dor, à coceira intensa e ao constrangimento estético, especialmente quando o inchaço afeta a face.

Classificação médica e abordagens terapêuticas

Do ponto de vista clínico, a condição se divide entre aguda, quando os sintomas duram até seis semanas, e crônica, que afeta cerca de 1% da população. Esta última subdivide-se em espontânea — quando surge sem gatilhos externos — e induzida, que depende de fatores como calor, frio ou pressão para se manifestar.

O diagnóstico baseia-se em uma avaliação clínica detalhada conduzida por especialistas, como alergistas ou dermatologistas, dispensando exames complexos na maioria dos casos. Já o manejo terapêutico costuma envolver o uso de anti-histamínicos, podendo recorrer a terapias imunossupressoras ou biológicas em cenários de maior gravidade.

Por Redação Acontece

Imagem: Reprodução / Redes Sociais

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