{"id":31049,"date":"2026-08-28T13:35:57","date_gmt":"2026-08-28T16:35:57","guid":{"rendered":"https:\/\/acontecenafronteira.com.br\/?p=31049"},"modified":"2026-08-28T13:35:57","modified_gmt":"2026-08-28T16:35:57","slug":"primas-assassinadas-no-parana-quem-eram-letycia-e-sttela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acontecenafronteira.com.br\/index.php\/2026\/08\/28\/primas-assassinadas-no-parana-quem-eram-letycia-e-sttela\/","title":{"rendered":"Primas assassinadas no Paran\u00e1: quem eram Letycia e Sttela"},"content":{"rendered":"<p>As ossadas humanas localizadas em uma zona rural de Para\u00edso do Norte, no noroeste paranaense, pertencem \u00e0s primas <b>Letycia Garcia Mendes<\/b> e <b>Sttela Dalva Melegari Almeida<\/b>, ambas com 18 anos de idade. As duas mantinham uma rela\u00e7\u00e3o de muita proximidade desde a inf\u00e2ncia, conforme relatos prestados pelos familiares \u00e0s autoridades policiais.<\/p>\n<h2>A trajet\u00f3ria e os sonhos interrompidos<\/h2>\n<p>A m\u00e3e de Sttela revelou que a jovem havia conclu\u00eddo recentemente os estudos b\u00e1sicos. Residente em Cianorte, ela cultivava o sonho de obter a Carteira Nacional de Habilita\u00e7\u00e3o para ingressar no mercado de trabalho e adquirir uma motocicleta. Al\u00e9m disso, apreciava momentos de lazer com amigos, festas de m\u00fasica eletr\u00f4nica e a conviv\u00eancia com a irm\u00e3 ca\u00e7ula de apenas dois anos.<\/p>\n<p>De acordo com os relatos familiares, Letycia morava em Jussara com a m\u00e3e, era uma jovem comunicativa que costumava sair com as amigas e mantinha o h\u00e1bito de dar not\u00edcias constantes sobre sua localiza\u00e7\u00e3o. A estranheza com o sil\u00eancio repentino a partir do dia 21 de abril foi o principal alerta para o in\u00edcio das buscas.<\/p>\n<h2>O desaparecimento e a investiga\u00e7\u00e3o policial<\/h2>\n<p>O desaparecimento ocorreu ap\u00f3s as jovens deixarem uma casa noturna em Paranava\u00ed na companhia de <b>Clayton Antonio da Silva Cruz<\/b>, de 39 anos. A investiga\u00e7\u00e3o apontou que Letycia j\u00e1 conhecia o suspeito de eventos anteriores e aceitou o convite para um novo encontro, que culminou no crime brutal.<\/p>\n<p>O trajeto do trio foi minuciosamente mapeado por c\u00e2meras de seguran\u00e7a e registros de redes sociais. Na noite de 20 de abril, elas deixaram Cianorte em uma caminhonete rumo a Jussara, onde Sttela pegou uma mochila. Em seguida, passaram por rodovias da regi\u00e3o, fizeram postagens bem-humoradas na internet e ingressaram na boate em Paranava\u00ed por volta da 1h10 da madrugada.<\/p>\n<h2>O desfecho do caso<\/h2>\n<p>A pol\u00edcia concluiu que o duplo homic\u00eddio foi executado por volta das 4h daquele 21 de abril. Os corpos foram transportados na ca\u00e7amba do ve\u00edculo at\u00e9 uma \u00e1rea de canavial em Para\u00edso do Norte, onde foram sepultados com a ajuda de um terceiro envolvido.<\/p>\n<p>O caso teve reviravoltas ao longo dos meses seguintes, incluindo a pris\u00e3o de uma ex-namorada do suspeito por apoio log\u00edstico. O desfecho das buscas ocorreu em agosto, quando Clayton foi morto em confronto policial e indicou o local exato onde as ossadas estavam enterradas, confirmadas posteriormente por exames periciais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As ossadas humanas localizadas em uma zona rural de Para\u00edso do Norte, no noroeste paranaense, pertencem \u00e0s primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas com 18 anos de idade. As duas mantinham uma rela\u00e7\u00e3o de muita proximidade desde a inf\u00e2ncia, conforme relatos prestados pelos familiares \u00e0s autoridades policiais. 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