{"id":16509,"date":"2023-06-24T23:29:57","date_gmt":"2023-06-25T02:29:57","guid":{"rendered":"https:\/\/acontecenafronteira.com.br\/?p=16509"},"modified":"2023-06-24T23:29:58","modified_gmt":"2023-06-25T02:29:58","slug":"parana-registra-primeiro-caso-de-gripe-aviaria-e-governo-reforca-protocolo-de-contencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acontecenafronteira.com.br\/index.php\/2023\/06\/24\/parana-registra-primeiro-caso-de-gripe-aviaria-e-governo-reforca-protocolo-de-contencao\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 registra primeiro caso de gripe avi\u00e1ria e Governo refor\u00e7a protocolo de conten\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>A Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria do Paran\u00e1 (Adapar) informou, em uma\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aen.pr.gov.br\/sites\/default\/arquivos_restritos\/files\/documento\/2023-06\/2406notagripeaviaria.pdf\" target=\"_blank\">nota publicada neste s\u00e1bado (24)<\/a>\u00a0, a detec\u00e7\u00e3o de um caso de Influenza Avi\u00e1ria (H5N1) de Alta Patogenicidade (IAAP) em ave silvestre no munic\u00edpio de Antonina, no Litoral do Paran\u00e1. Esse \u00e9 o primeiro caso registrado no Estado.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus da gripe avi\u00e1ria em aves silvestres n\u00e3o altera o status sanit\u00e1rio do Paran\u00e1 e do Brasil como livre de Influenza Avi\u00e1ria de Alta Patogenicidade (IAAP). Assim, n\u00e3o h\u00e1 impacto no com\u00e9rcio internacional de produtos av\u00edcolas. Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 risco no consumo de carne e ovos, pois a doen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 transmitida por meio do consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico foi confirmado na sexta-feira (23). De acordo com a nota da Adapar, o v\u00edrus foi identificado em ave silvestre da esp\u00e9cie Trinta-R\u00e9is-Real (Thalesseus maximus). As amostras foram processadas no Laborat\u00f3rio Federal de Defesa Agropecu\u00e1ria de S\u00e3o Paulo (LFDA\/SP), reconhecido pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal &#8211; OMSA como refer\u00eancia internacional em diagn\u00f3stico de Influenza Avi\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram intensificadas as a\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia em popula\u00e7\u00f5es de aves dom\u00e9sticas e silvestres em todo Estado, em especial nas regi\u00f5es relacionadas a este evento. A depender da evolu\u00e7\u00e3o das investiga\u00e7\u00f5es e do cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico, novas medidas poder\u00e3o ser adotadas pela Adapar para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e proteger a avicultura paranaense.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 propriedades de produ\u00e7\u00e3o comercial no raio de 10 quil\u00f4metros do foco localizado em Antonina. O litoral do Paran\u00e1 n\u00e3o possui uma produ\u00e7\u00e3o av\u00edcola comercial expressiva, ficando distante de locais com produ\u00e7\u00e3o intensiva. Outras investiga\u00e7\u00f5es em aves silvestres est\u00e3o em curso no Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PROCEDIMENTO<\/strong>&nbsp;&#8211; No dia 21 de junho, a Adapar foi notificada sobre uma ave silvestre da esp\u00e9cie Trinta-R\u00e9isReal (Thalesseus maximus) apresentando quadro neurol\u00f3gico. No mesmo dia foram realizados os procedimentos de colheita de material e envio ao laborat\u00f3rio de refer\u00eancia do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, em Campinas (SP), conforme prev\u00ea o protocolo estabelecido para estes casos.<\/p>\n\n\n\n<p>Todas as propriedades em um raio de 10 quil\u00f4metros do foco foram fiscalizadas pela Adapar, e n\u00e3o foram observadas aves com sinais cl\u00ednicos da Influenza Avi\u00e1ria. Produtores foram orientados a notificarem imediatamente qualquer caso suspeito. A Secretaria de Sa\u00fade do Estado foi comunicada e est\u00e1 monitorando as pessoas que tiveram contato com a ave infectada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00d5ES<\/strong>&nbsp;&#8211; A Adapar atende 100% das notifica\u00e7\u00f5es de suspeita. Quando verificado um caso prov\u00e1vel, \u00e9 feita a colheita de amostra para diagn\u00f3stico laboratorial, isolamento de animais, interdi\u00e7\u00e3o da unidade epidemiol\u00f3gica (propriedade), verifica\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito e investiga\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis v\u00ednculos.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ag\u00eancia tamb\u00e9m promoveu a capacita\u00e7\u00e3o e o treinamento de profissionais em todas as Unidades Regionais do Estado, e conta com m\u00e9dicos veterin\u00e1rios com dedica\u00e7\u00e3o exclusiva e capacidade t\u00e9cnica elevada na \u00e1rea, para atendimento das quest\u00f5es sanit\u00e1rias da cadeia av\u00edcola do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O QUE FAZER<\/strong>&nbsp;&#8211; A primeira linha de defesa contra a influenza avi\u00e1ria \u00e9 a detec\u00e7\u00e3o precoce e a notifica\u00e7\u00e3o oportuna de suspeita da doen\u00e7a para permitir uma resposta r\u00e1pida, a fim de evitar a dissemina\u00e7\u00e3o. Os produtores e a popula\u00e7\u00e3o precisam ficar atentos aos sinais que as aves infectadas pelo v\u00edrus da gripe avi\u00e1ria apresentam.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo risco de cont\u00e1gio, n\u00e3o se deve manipular aves silvestres mortas ou com sinais cl\u00ednicos da doen\u00e7a. Todas as suspeitas de Influenza Avi\u00e1ria, que incluem sinais respirat\u00f3rios, neurol\u00f3gicos ou mortalidade alta e s\u00fabita em aves, devem ser notificadas imediatamente \u00e0 Adapar, pessoalmente nas unidades locais ou no site www.adapar.pr.gov.br,&nbsp; por meio da plataforma e-Sisbravet:<\/p>\n\n\n\n<p>(https:\/\/sistemasweb4.agricultura.gov.br\/sisbravet\/manterNotificacao!abrirFormInternet.action)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CUIDADOS<\/strong>&nbsp;&#8211; Os donos de avi\u00e1rios devem refor\u00e7ar os cuidados com o fechamento de todas as frestas para evitar que qualquer outro animal, incluindo as aves silvestres, possa ter contato com as comerciais. Tamb\u00e9m \u00e9 importante n\u00e3o deixar ningu\u00e9m estranho \u00e0 produ\u00e7\u00e3o chegar perto das aves e que aqueles que precisam desse contato utilizem roupas e sapatos espec\u00edficos para a atividade. As regras aplicam-se tamb\u00e9m a produtores de ovos. \u00c9 fundamental sempre lavar as m\u00e3os e trocar roupas e sapatos antes de acessar as granjas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DOEN\u00c7A<\/strong>&nbsp;&#8211; A Influenza Avi\u00e1ria (IA) \u00e9 uma doen\u00e7a viral altamente contagiosa que afeta aves dom\u00e9sticas e silvestres, muitas vezes resultando em graves consequ\u00eancias para a sa\u00fade animal, para a economia e para o meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>A Influenza Avi\u00e1ria de alta patogenicidade \u00e9 caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais cl\u00ednicos nervosos, digest\u00f3rios e\/ou respirat\u00f3rios, tais como andar cambaleante; torcicolo; dificuldade respirat\u00f3ria e diarreia.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 a presente data, a Influenza Avi\u00e1ria de Alta Patogenicidade foi identificada em aves silvestres nos seguintes Estados: Esp\u00edrito Santo (26 focos), Rio de Janeiro (13 focos), Rio Grande do Sul (1 foco), S\u00e3o Paulo (3 focos), Bahia (2 focos) e Paran\u00e1 (1 foco), totalizando 46 focos em todo pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Foto: Adapar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria do Paran\u00e1 (Adapar) informou, em uma\u00a0nota publicada neste s\u00e1bado (24)\u00a0, a detec\u00e7\u00e3o de um caso de Influenza Avi\u00e1ria (H5N1) de Alta Patogenicidade (IAAP) em ave silvestre no munic\u00edpio de Antonina, no Litoral do Paran\u00e1. 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