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Paulo Martins e Felipe Barros votaram contra o fundeb

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno, por 499 votos a 7, a proposta de emenda à Constituição 15/15, que torna permanente o Fundo de Desenvolvimento e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e aumenta a participação da União no financiamento da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio. Dos sete deputados que votaram contra o texto, seis são do PSL e aliados do presidente Bolsonaro, sendo dois deles do Paraná: Paulo Martins (PSC) e Filipe Barros (PSL).

Segundo o substitutivo da relatora, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), a complementação da União para o Fundeb crescerá de forma gradativa ao longo de seis anos, de 2021 a 2026, passando dos atuais 10% do total para 23%.

Pelo menos metade do dinheiro extra deverá ser destinado à educação básica, conforme negociado com o governo. Segundo a relatora, a medida terá grande impacto, já que a educação infantil concentra a maior demanda não atendida pela rede pública no país.

Os outros deputados que votaram contra o Fundeb sao: Márcio Labre (PSL-RJ), Luiz Phillipe de Orleans e Bragança (PSL-SP), Júnio Amaral (PSL-MG), Chris Tonietto (PSL-RJ) e Bia Kicis (PSL-DF). Todos os deputados federais por Mairngá votaram a favor. (C/Agência Câmara de Notícias)

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